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25 janeiro, 2015

Coolhunting à mesa

Recentemente foi me explicado o conceito de Marketing Coolhunting
Coolhunting consiste numa caça de novas tendências, originais e com sentido. Este é um processo utilizado não só no conhecimento de novas tendências como no processo de inovação ou implementação de novas ideias.
Na verdade o conceito além de muito interessante é aplicável a diferentes áreas e com a ideia na cabeça surge o vicio da caça ao cool, apesar de não existir nenhuma fórmula matemática para o definir. 

Esta introdução serviu para explicar como a minha experiência no restaurante Al Pont de Ferr em Milão se tornou diferente com a busca do cool à mesa. 
Com a cozinha dirigida pelo Chef Matias Perdomo, o Al Pont de Ferr tem uma carta que apresenta vários menus: Tradição, Agua, Terra, Fogo e uma degustação mais longa conduzida pelo Chef.

O jantar foi muito agradável, não fosse este um restaurante galardoado com uma estrela Michelin muito informal, adepto do movimento Slowfood, um movimento que aliás teve inicio em Itália.
Mas onde encaixa aqui a ideia do Coolhunting?
Na sobremesa...um charuto de chocolate acompanhado por um copo com o seu fumo, o que permite terminar o jantar com um charuto de forma muito próxima da realidade.


São mais os exemplos que encontrei neste restaurante, especialmente nas sobremesas. Há uma que consiste numa montagem lego, tudo comestível.
Ambos os exemplos constituem uma forma de expressão e individualização do restaurante, o que permite a sua divulgação e suscita interesse no cliente.

Fonte: www.pontdeferr.it
Al Pont de Ferr
Ripa di Porta Ticinese 55
Milão, Italia

11 março, 2014

City Break na Invicta

Recentemente eleita, pela segunda vez, como o Melhor Destino para 2014 pela European Consumers Choice, a cidade do Porto é um destino a não perder!

Passei recentemente dois dias na Invicta, permitindo-me vaguear pelas ruas de uma cidade cada vez mais movimentada e conhecer algumas das novidades gastronómicas, numa cidade que aposta cada vez mais no conceito de "petiscos" com bases bem tradicionais.
À chegada, um almoço tardio na Casa de Santo António, uma casa de petiscos portugueses bem localizada perto dos Clérigos. Com uma excelente relação qualidade preço, onde os petiscos variam e são apresentados num quadro de ardósia, provei a "salada de cenoura", a "punheta de bacalhau", as "pataniscas de bacalhau", os "peixinhos da horta" e o "bacalhau com natas". Com doses pequenas, estilo tapas, é o local ideal para uma refeição descontraída onde se partilham as opções escolhidas.


Almada Minha é um projecto novo de um casal onde as bolachas são as principais intervenientes no negócio. Com uma variedade considerável de bolachas entre doces e salgadas e uma lista de chás, revelou-se um óptimo abrigo da chuva com um lanche bem aconchegante.

Era uma vez em Paris foi uma surpresa muito agradável! Este é um bar localizado em plena zona de bares na Rua Galeria de Paris com uma decoração e ambiente lembrando Paris dos anos 20. 
Apesar de bar foi ao almoço que o conheci. Têm disponivel um menu de almoço que inclui uma sandes à escolha, bebida, sobremesa e café. Vale a pena a visita.

Ainda antes da despedida houve tempo para uma degustação de cervejas artesanais minhotas, a Cerveja Letra, na Saboriccia da rua de Santa Catarina, uma loja dedicada ao comércio de produtos regionais do Norte de Portugal. Com uma grande variedade de produtos que incluem frutas e legumes frescos, queijos e enchidos, pão, cervejas artesanais, vinho, chás, biscoitos, compotas, conservas, entre outras coisas, foi uma loja que gostei muito, não só pela variedade e qualidade de produtos como também pela simpatia do pessoal. 
Sobre a cerveja também só tenho a dizer coisas boas. Apesar de não ser grande fã desta bebida achei agradável e é interessante o aparecimento de algumas marcas de cervejas artesanais produzidas em Portugal.

Casa Santo António
Rua S. Bento da Vitória nº80, Porto

Almada Minha
Rua do Almada, 291, Porto

Era uma vez em Paris
R. Galeria de Paris, n.º 106-108, Porto

03 fevereiro, 2014

Quando cozinhar é mais que um sonho

Encontrei no blog do restaurante brasileiro Maní Manioca um fabuloso texto de Fernanda Valdívia que não pude deixar de partilhar...


"Tem alguma coisa subjetiva sim, que brota num instante incontrolável, de forma menos racional ainda, se desenrola por meios instáveis e consegue chegar vitorioso do outro lado. O momento em que um cozinheiro se depara pela primeira vez com uma ideia, e dias depois, o momento em que o cliente se depara com essa mesma ideia em um prato, são cúmplices de sentimento. Estava lá um cozinheiro sentado ao pé da janela, dia frio, dia de folga, pernas doloridas descansando sob uma xícara de chá entre as mãos. Cozinhar é encontrar-se com si próprio, em silêncio. “É preciso estar presente naquilo que faz, sabe? Na cozinha, a presença é a diferença. Se você está, sai um prato, se não está, sai completamente outra coisa, do mesmo prato” Helena.
Havia um sabor destacado no serviço da noite anterior, guardado na memória para ser explorado no dia seguinte, um sabor danado que coçava a língua logo cedo ao despertar. Havia uma manhã inteira estendendo um tapete felpudo de reflexão onde se rolar com esse sabor. “Com abóbora? Não sei se tão doce assim, talvez mandioquinha. Coentro cairia bem. Chega de reduções, chega de manuseio. Um frescor, um pouco de brasa e limão.” A inquietação, o vulto do destino na ebulição do pensamento e o prazer do caminho, disfarçado na angústia de descobri-lo. É um segredo que o cozinheiro leva com ele por dias, e se diverte tentando reconhece-lo em pedaços da rotina, marcha um prato que leva tapioca, experimenta uma colherada do que sobrou na panela, associa ao seu segredo e reformula o caminho. Até que finalmente o bicho vai ganhando forma, começa a aparecer em testes, vai devolvendo o resultado da explosão entre ideia e matéria de forma ainda mais inédita. E a execução, levada à exaustão, se consolida. Entra para o cardápio, é desmembrada e distribuída pelos cozinheiros, ganha vida própria e apelido na cozinha, “marcha moqueca!”, e pela primeira vez desbrava o salão.
O cozinheiro espia da boqueta para acompanhar a reação e reza para ser alguém disposto a receber um sonho. O restaurante não é feito de sonhos, muito menos de sonhadores, mas a criação se alimenta desses encontros lúdicos. A conversa se interrompe, o casal observa o prato, levam o garfo à boca, mastigam alguns segundos e se olham sobressaltados. O cozinheiro sorri de dentro da cozinha vitorioso por ver seu momento de intimidade devidamente representado naquele prato. É o único a entender o que significa aquele olhar curioso. Como se um escritor pudesse presenciar o deleite de seu leitor no instante justo, e pagasse o preço de ver seu livro se dissolver em saliva."



23 janeiro, 2014

Num antigo estábulo no Minho

"De um estábulo do séc.XVIII e da sã loucura de um casal nasce o Ferrugem, um restaurante que tem como ingredientes a hospitalidade e as raízes populares da cozinha portuguesa, condimentados com criatividade e inovação." (Ementa Ferrugem)

Tomei conhecimento do Ferrugem depois de Dalila e Renato Cunha terem apresentado o Pastel (de bacalhau) com nata no Peixe em Lisboa e o interesse na visita ao restaurante surgiu numa visita ao Mercado do Bom Sucesso no Porto onde o Ferrugem marca presença com alguns dos seus produtos como o famoso pastel (de bacalhau) com nata e a manteiga de azeite, ambos produtos registados.
O restaurante, localizado num antigo estábulo, é um espaço pequeno e acolhedor, com uma lareira acesa ao fundo da sala, sempre agradável nestes dias frios.
Da ementa apenas constam menus: o da estação, degustação em 4 momentos, degustação em 6 momentos e júnior.
Optou-se pelo Menu da Estação que possibilitava a escolha em 3 Momentos, com quatro opções para cada momento.
Foi servido como "Preludio", pão caseiro e a manteiga de azeite, já provada no Porto. Este é um produto muito interessante que vem numa bisnaga imitando as antigas pastas de dentes portuguesas Couto.
Nas entradas experimentou-se o "caviar português (ovas de sardinha, caviares de vinagre, tomate, broa de milho, ervas finas e espuma de azeite)" e "entre o panadinho e o molho verde, venha o polvo e escolha!". A primeira, leve com aromas frescos e um empretamento muito apelativo, feito numa lata de conserva e decorado com coloridas flores comestíveis e a segunda um lolipop de polvo com maionese de ervas aromáticas, saboroso, notando-se os troços de polvo mas com o sabor da fritura um pouco carregado.
Em seguida foi servida a "Saudação dos Chefes" "o caldo verde e a broa de milho tostada com azeite" que consistiu num creme verde acompanhado de uma tosta de broa de milho, um prato reconfortante.
No segundo momento optou-se pelas "lascas de bacalhau com azeite transmontano e coral de negrinha de freixo, legumes salteados e crocante de grão de bico com chouriço" e pela "costela mendinha e a falsa batata a murro num prado de grelos e outros legumes", ambos muito bem confeccionados e saborosos.
Quanto a sobremesas as escolhas recairam sobre o clássico "pêra rocha do oeste em geleia de vinho do porto sobre tarte de queijo fresco" e uma interpretação da doçaria tradicional do baixo minho num "tributo ao abade de priscos", a qual se revelou de uma doçura extrema como ditam as regras de doçaria tradicional.


A experiência gastronómica foi muito agradável e apesar da sua localização, numa aldeia do Minho afastado dos grandes centros populacionais, este é um restaurante que vale a pena visitar. O ambiente é descontraído e nota-se o interesse pelos produtos da região respeitando a sazonalidade. Destaque ainda para a simpática visita que Renato Cunha faz a cada mesa, cumprimentando os seus clientes.

Ferrugem
Rua das pedrinhas, 32, 4770-379 Portela Vila Nova de Famalicão
tel. 252 911 700
(A forma mais fácil de aqui chegar são mesmo as indicações promenorizadas que são fornecidas no site.) 

27 dezembro, 2013

Um crepe na Ribeira

Muito próximo do Mercado da Ribeira, na Crêperie da Ribeira podem-se provar os verdadeiros crepes doces franceses e as galettes salgadas elaborados com ingredientes frescos trazidos do próprio mercado. 
Um espaço pequeno, muito bem aproveitado com uma pequena cozinha aberta para a sala e uma decoração moderna com utilização de paletes de madeira a cobrir as paredes, é um espaço descontraído e acolhedor.
Os crepes salgados, feitos com farinha de sarraceno biológica são isentos de glúten, o que para além de saborosos os coloca na lista de escolhas de quem deve evitar esta proteína. Todos são ainda acompanhados por uma taça de salada mista e para beber há vinhos a copo e limonada, tudo boas opções.
La Crêperie da Ribeira 
R. da Moeda nº1, Lisboa

16 novembro, 2013

Em jeito de comemoração

Em jeito de comemoração fui jantar ao Restaurante 100 Maneiras. Um restaurante onde o Menu de Degustação é a única opção e o melhor é fazer reserva antecipadamente pois o serviço funciona em dois horários e a sala é pequena.

O espaço, localizado no coração de Lisboa, no Bairro Alto, muito perto do Príncipe Real, é pequeno mas acolhedor, o que está em sintonia com o ambiente descontraído proporcionado pelo serviço ou mesmo pelo prolongamento da cozinha para o balcão que dá para a sala, onde os pratos são finalizados.

Na mesa é colocado o couvert composto por um prato de azeite aromatizado com tomilho e um saco com vários tipos de pães.
O Menu inicia-se com o "Estendal do Bairro" que, como é explicado, é já um ícone do Menu. As tiras de bacalhau desidratado penduradas por pequenas molas num mini estendal enquadram a cozinha do 100 Maneiras na cidade de Lisboa e são um interessante ponto de partida para o menu que se seguiu: "Operação tentáculos" (bolinhas de polvo), "Ostra na espuma dos dias de Verão", "Salmão tropical", "Lasagna de foie gras", "Arroz verde mar", "Drink my mind", "Matança", "Prato de queijo", "Um café e um nata, se faz favor".
No geral gostei muito de todos os pratos, composições bem pensadas e confeccionadas, com seguimento adequado e aspecto muito apelativo. 
Saliento a ostra que é servida numa taça de cocktail com uma combinação de sabores fresca e interessante. O salmão, cozinhado apenas em sal, é servido com um coli de salsa, sorbet de manjericão, lima e sabores cítricos e estava óptimo. Foi aliás o prato que mais apreciei de todo o menu. 
Destaco ainda o corta sabores, "Drink my mind", uma bebida de framboesa com merengue de lima servida nuns pequenos copos em forma de caveira. 
Assinalo apenas como negativo o facto de se tratar de um menu de Verão, quando, apesar dos dias de sol, estamos já em Novembro e não optaríamos por um prato com melancia como ingrediente como se verificou no prato de queijos. 
Tirando este pequeno ponto negativo, praticamente suplantado pela qualidade de todos os pratos, bem como pela frescura de ingredientes e qualidade de serviço, gostei muito da experiência.
Nota-se uma abordagem inspirada em Lisboa, onde se adequam os sabores mediterrânicos actuais com aspectos típicos como acontece na sobremesa que retrata a imagem de muitos cafés de Lisboa, aqui com a desconstrução do pastel de nata acompanhado de um café.
A opção de bebida recaiu pela escolha de um vinho branco que acompanhou praticamente todo o menu. Seguindo a sugestão do escanção, por certo acertada, uma garrafa de Palpite 2010.
Depois da degustação no restaurante e um petisco de final de dia na Pekaria, fica ainda por experimentar a cozinha de Ljubomir Stanisic no Bistro, esta numa abordagem diferente.


Rua do Teixeira, 35, Bairro Alto - 1200-459 Lisboa, Portugal 
Horário: 19h30 ás 02h00

03 novembro, 2013

Um almoço na Pizzaria

Antes de experimentar o novo espaço de José Avillez no Teatro Nacional de S. Carlos, é tempo de um almoço na Pizzaria Lisboa.
O espaço decorado de forma simples e agradável é o ideal para um almoço informal onde as mesas não têm toalhas e os pratos e copos são de esmalte. O serviço é também descontraído e sem quaisquer pontos negativos a apontar.
Quanto ao almoço em si, foi iniciado pelo couvert colocado na mesa: focacia e palitos de pão, manteiga de trufa, azeite e molho de tomate. Tudo de elevada qualidade e óptimo sabor com especial destaque para a manteiga de trufa que estava óptima.
Seguiram-se duas entradas para dividir: "Beringela no forno com mozzarella, tomate, e parmesão" e "Brusqueta de tomate com azeitonas e mangericão".
Nas pizzas provei a Chiado com mozzarella de búfala, alcachofras, presunto de Chaves e óregãos e a Figueira, semelhante mas com figos do Algarve e manjericão.
No geral estava tudo muito bom, a massa fina e estaladiça e os ingredientes de qualidade com utilização de produtos portugueses. 
O ponto fraco esteve na quantidade de ingredientes principais colocados nas pizzas. Não sou apreciadora de pizzas completamente cheias onde não se consegue saborear a massa mas neste caso penso que as pizzas só teriam a ganhar com um pequeno aumento na quantidade de ingredientes utilizados.
Do menu constam, para além das pizzas, calzones, risottos, massas e saladas, as "Extravagâncias de Pizzas", pizzas que podem fazer as delícias de um cliente mais arrojado, com ingredientes mais caros desde os carabineiros do Algarve às trufas de Périgord.
 
Rua dos Duques de Bragança, 5H, Lisboa 
+351 21 155 49 45  
Segunda a sexta 12h30 -15h00 | 19h30 - 00h00
Sábado 12h30 -16h00 | 19h30 - 00h00
Domingo e feriados 12h30 -16h00 | 19h30 - 23h00

17 agosto, 2013

De tapeo en Seville

Ovejas Negras é um gastrobar no coração de Sevilha, em pleno centro histórico, perto da Catedral. Com uma carta curta mas original, apresenta propostas de "tapeo" muito apelativas, fugindo um pouco ao tradicional bar de tapas andaluz.
Existe preocupação não só com a qualidade dos produtos e os sabores dos pratos como também com a apresentação das "tapas", podendo-se degustar por exemplo umas beringelas gratinadas numa mini caçarola ou um cheesecake num frasco de compota. Provei ainda polvo com batata e presunto, bacalhau fresco com batata frita com casca e para terminar mini bolas de Berlim regadas por um molho de chocolate com gengibre.
A decoração do espaço é também ela muito original, convidando o cliente a entrar num espaço moderno e acolhedor, lembrando-me vagamente alguns espaços de Barcelona.
Que bueno que vine!


Ovejas Negras
Calle Hernando Colón, 8, Seville
Tlf. 0034 955123811

25 junho, 2013

N' O Talho

A ideia é simples mas cheia de originalidade...um espaço que combina a venda de carne preparada ao balcão, como se de um normal talho se tratasse, e um restaurante onde se podem degustar as carnes aí preparadas.
Este é o projecto de Kiko Martins, autor do livro "Comer o Mundo".
Comer o Mundo foi construído após uma viagem por 23 países no espaço de um ano com o objectivo de procurar a união entre a cozinha e as pessoas. Esta foi uma ideia muito interessante que acompanhei pelas crónicas semanais no semanário Expresso e mais tarde pelo livro.
Voltando ao Talho, da ementa, apresentada numa prancheta, constam 5 entradas, 4 pratos, 3 bifes e 4 sobremesas para além dos pratos do dia (opção mais económica).
Para começar provei um pequeno pastel de massa tenra caseiro muito saboroso. Seguiu-se a entrada de foie gras com chocolate branco e tangerina e as salsichas de borrego com falafel e molho de iogurte, as quais estavam um pouco picantes de mais para o meu gosto apesar do corte dado pelo molho de iogurte. Como prato principal a opção recaiu sobre um dos pratos do dia: maminha com farofa de laranja e esparregado. A qualidade da carne é de facto uma preocupação muito forte e a combinação de sabores estava óptima.
Terminei com a melhor sobremesa que comi nos últimos tempos: chocolate, gelado de azeite, flor de sal, pimenta rosa, caril e hortelã. Confesso que quando chegou à mesa fiquei um pouco decepcionada mas depois de a provar fiquei rendida. Adorei o contraste de sabores com o chocolate que retrata certamente muitas das viagens do Kiko.
A decoração está também muito bem conseguida e existe no piso inferior uma pequena garrafeira onde a ideia é que a chave seja dada ao cliente para que este possa escolher a sua garrafa e trazê-la para a mesa.

Apesar de preferir o peixe à carne adorei o conceito deste Talho, gostei muito da decoração, do serviço, que foi cinco estrelas e, claro, da comida!



 A refeição descrita acompanhada de vinho tinto ficou por €23 por pessoa.

 O Talho
 Rua Carlos Testa,1 Lisboa
Tel. 213 154 105
Seg a Sáb das 10h às 24h

28 maio, 2013

Menu de Almoço @ Umai

O Umai apresenta um conjunto de Menus de Almoço com preço fixo, disponíveis entre as 12h e as 15h, onde se pode optar por Sushi, Tailandês, Malaio, Vietnamita, Dim sum twist ou Umai.
Apesar da dificuldade na escolha, a opção recaiu sobre o Menu Tailandês e o Menu Umai que corresponde a uma selecção do Chef abrangendo vários pratos da cozinha asiática. Do tailandês fizeram parte os Cestinhos won ton com salada de manga, as Panquecas de mexilhões as "Pataniscas" de vegetais e Pad Thai (massa salteada com legumes e camarão). Do Menu Umai Chamuças de pato, Sushi e uma massa salteada, que para além dos legumes e camarão tinha ainda tofu.
Para beber experimentei um dos Sakes aromatizados que estão na carta. Entre frutas, ervas aromáticas e especiarias a opção recaiu sobre o de manjericão.
E para finalizar, houve ainda espaço para uma Cházada como sobremesa.
Fiquei muito satisfeita com o almoço. A comida estava óptima, com uma excelente relação qualidade/preço a juntar a um ambiente e atendimento muito agradável.
À quinta-feira é Dia de Mercado, e por 29€ podem-se degustar 30 porções que incluem 16 items fixos, 10 especialidades rotativas e 4 sobremesas. Será uma boa opção para voltar.



Pela refeição descrita o preço por pessoa foi de 20 Euros.

Umai
Rua da Misericórdia nº 78, 1200-273 Lisboa
Telefone: 967 27 12 81
umairestaurante@gmail.com 
Horário: Almoços: todos os dias das 12.00h às 15.00h
             Jantar: todos os dias das 19.30h às 00.00h

13 abril, 2013

Vélocité em Lisboa

Um conceito no mínimo original. Aqui junta-se no mesmo espaço uma oficina e loja de bicicletas com uma cafetaria. 
Associando-se à ciclovia que passa pela Duque D'Ávila em pleno coração de Lisboa, aqui o tema é mesmo o ciclismo.
O menu da cafetaria põe à disposição uma oferta variada e saudável de saladas, sanduíches, tostas, petiscos e alguns pratos quentes. Existe ainda o menu de almoço a 10€ que inclui sopa, prato do dia, sobremesa e sumo natural. Optei, para almoço, por uma sopa de abóbora, cenoura e crocante de chouriço que estava óptima e uma tosta de tiras de courgette com vinagrette de balsâmico e coentros acompanhado de uma limonada muito fresca e agradável.
Achei um espaço convidativo tanto pelo conceito e decoração como pelos preços e qualidade.
E para quem chegar neste meio de transporte tão amigo do ambiente para além da disponibilidade de estacionamento tem ainda direito a um desconto de 10% nos produtos de cafetaria.






Vélocité Café
Av. Duque D'Ávila, 120 A, Lisboa
Seg - Sex: 10:00 - 20:00
Sab - Dom: 9:00 - 20:00